domingo, 15 de fevereiro de 2015

GIFS VARIADOS


GIFS VARIADOS





Carnaval...


Carnaval...
Eu brinquei carnaval até começarem a dar outra conotação
A ele. Quando deixou de ser uma diversão sadia, alegre, gostosa, para ser um pretexto para exibição e safadezas, nunca mais pisei num salão, nessa época. Era alegre, muito divertido e as pessoas realmente queriam apenas divertir – se, libertar – se do estresse acumulado pelos problemas e sambar até o suor correr pelo corpo, o calor e o cansaço atenuado pelos sprays de água misturada com água de colônia e uma cerveja gelada misturada com nada, que todos sabiam das consequências, e sabiam beber com 
moderação. Entre confetes e serpentinas, rolava, sim, um
“flerte”, como se dizia, na época, mas se chegava a existir uma transa, um envolvimento, ali, a coisa continuava,
depois, num namoro assumido e rarissimamente se ouvia falar de “filhos de carnaval”, ou seja, de mães solteiras e irresponsáveis, como hoje se vê, ou do aumente de abortos, logo em seguida. Não se precisava de drogas para se sentir uma alegria genuína, para se soltar e deixar que os
Problemas saíssem nos poros, nas marchinhas que se cantava, mesmo desafinado, sem se preocupar com nada. Aquela quase inocência de outrora foi absorvida pela malícia, pela maldade, pelo oportunismo, pela concorrência... Os verdadeiros Pierrots, Arlequins e Colombinas, desapareceram dos salões e os usurpadores tomaram conta dos seus lugares, ostentando não o desejo de se encontrarem, mas a riqueza das fantasias, o desejo de superioridade sobre os outros, nos quesitos luxo,
riqueza e beleza. Desapareceu a autenticidade, a segurança, o clima de quase magia, que existia, para imperar a simulação, a dissimulação, a disputa, o medo... 
E a desordem. Talvez nas pequenas cidades do interior, ainda haja um carnaval parecido ao de outrora, mas igual, nunca mais, em parte alguma, e não falo pela evolução do mesmo, mas pela metamorfose que o ser humano sofreu,
interiormente... Que pena...    

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Bom Final de Semana!!


Boa noite, gente!!
Saudades de vir aqui, até parece que faz
um mês que não apareço...rss...
Então, estava vindo aqui e fui chamada no 
Skype por um amigo muito querido, que é 
dono de um site de mídis; aí, ele inventou
de falar pelo microfone e eu não tenho um 
e nem sabia onde digitar com a tela aberta...  
Rssss... Podem rir, viu? Eu deixo...rss...
Mas é que eu não tenho amigos de bate papo, 
no Skype, por isso nunca me interessei em aprender; 
com meus filhos, só digito, mesmo, mas com
eles, tbm, é muito raro conversar, pois o tempo
deles é escasso...
Bem, no final das contas, meu amigo me ensinou
como abrir a tela de bate papo digitado...rss... 
e eu pude conversar com ele, que queria me falar
sobre uma lista que enviei e sobre músicas que
ele colocou por conta (vai ter que refazer minha 
página, pois colocou, anteriormente, um monnnte
de músicas sertanejas e eu detesto! Para mim, se
não for sertaneja de raíz ou que realmente tenha 
qualidade, não suporto! Hoje em dia andam compondo
apenas músicas comerciais, músicas de corno, apelativas,
e eu detesto!! Bem, ele acabou chamando uma outra
amiga nossa e conversamos uns minutinhos, pois
ela saiu logo, mas foi legal.
Eu amo de paixão colar músicas em salinhas, desde 
que a sala não esteja muito cheia nem a fila muito
grande, mas normalmente, colo sozinha, numa sala vazia 
ou com alguém que também prefere sem fila.
Bem, quero desejar a vocês uma noite cheiinha de
Luz e Paz, muita serenidade, sono restaurador, e, para
quem vai curtir a noite, que se divirta bastante, mas
com moderação, para não ter problemas, né?? Rss...
Então, um abençoado fim de semana!!




terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Sou Tua Borboleta...


Sou tua borboleta...
Arianne Evans

Voando, voando entre duas dimensões: a realidade e os sonhos, sonhos que me mantém viva porque te trazem a mim nas noites vazias, quando com beijos de amor mesclados de paixão e desejo, me transformas, como a borboleta que se liberta do casulo deixando - o frio e inerte, para trás, voando em direção a sempre desconhecidos destinos, envolvendo - se em novas e perfumadas brisas, sugando néctar de flores exóticas ou silvestres, levando em suas asas as cores do arco - íris e nos olhos, o brilho do sempre resplendente Sol... Sim... Sou tua borboleta, e quando chegas, é da tua luz incandescente que me alimento, derramando - se em ternuras, sobre mim... E dos teus braços, 
fazendo meu casulo de êxtases...
Qual fosse feita de sonho, só me sinto existir quando durmo e vens ao meu encontro... Minha realidade sem ti não conta... Vivo desses momentos efêmeros, como se a cada vez que acordasse, me desfizesse como uma nuvem ao vento... E meus fragmentos se
juntassem por magia, quando vens...